O judo (que traduzido quer dizer “Caminho da suavidade”) iniciou na Gualdim Pais em 1991 e conta hoje com mais de 50 atletas de várias faixas etárias coordenados por dois técnicos, formados e qualificados, que apesar de ainda jovens já demonstraram o seu valor, nas suas respectivas áreas de trabalho, nomeadamente a formação e a competição.

 Sendo, além de um desporto Olímpico, uma arte marcial, o Judo contém o seu próprio código moral que deve ser aplicado em todos os aspectos da vida de um judoca, que inclui os seguintes valores:

  • A amizade: fundamental para criar laços que poderão durar uma vida;
  • O respeito: que talvez seja o valor mais importante do Judo e da vida, pois só com respeito por si próprio e pelos outros conseguimos atingir os nossos objectivos e superar-nos;
  • O autocontrolo: que nos permite controlar os nossos impulsos e manter-nos concentrados nos nossos objectivos;
  • A coragem: muito importante para levar até ao fim algo que começamos, independentemente de estarmos a ser bem-sucedidos ou não, a coragem ajuda a manter a esperança e a seguir em frente;
  • A cortesia: no judo existe um conjunto de regras que devem ser respeitadas, o judoca tem que ter consciência dos seus actos e das suas consequências;
  • A honra: a capacidade de ser digno consigo e com os outros, dar sempre o seu melhor e procurar vencer, mas nunca a qualquer custo;
  • A modéstia: o valor que nos ensina a ser humildes, a saber ganhar e perder;
  • A sinceridade: ser verdadeiro e exprimir-se de forma genuína, o que implica ter paz interior e estar bem consigo próprio.

Diariamente e em todos os aspectos da nossa vida a tomada de decisão está presente, é necessário saber que não devemos forçar nada, existe sempre um caminho melhor a seguir. Este é um idel fortemente defendido na filosofia do Judo, transmitindo-nos a ideia deque nem sempre o mais forte vence o mais fraco, se soubermos aproveitar a energia e força do outro em nosso favor.